quinta-feira, 13 de agosto de 2026

As mordaças de uma aldeia

Escondo-me no blogger, mas preciso de escrever sobre ideias fortes que se começam a emaranhar e já estão perto de um nó cego. Vai sem ordem e com pouco nexo, mas tem de ir.

Complicações voluntárias. Os extras que se acoplam a tudo o que é burocracias e formalismos. As pedras todas que se teima em juntar nos sapatos que calçam pés doridos. A velhice. As dores. Os caminhos tortuosos e tortos. Perdas. O culto do sofrimento. As mordaças de uma aldeia. As cores baças e os horizontes curtos. Todo o pó de tempos idos e que ainda não se conseguiu sacudir. Os horizontes curtos. As rédeas curtas. O fácil nó cego.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Dos gestos de amor, da nossa história e do que fica

 Há gestos de amor que insuspeitamente ficarão na nossa história. Para sempre. A dar forma ao que não soubemos sentir.

Do que sentimos, quando sentimos vinil

 Quando o disco gira, deixamos ir junto muita emoção e muita inspiração. Ao sabor do som.

Dos diálogos

diálogo requer tempo, espaço e silêncio. Para que neles caibam todas as sílabas que temos cá dentro.

Da liberdade (i)

 Quero poder deixar chávenas esquecidas pela casa e podre perder colheres em paz.

domingo, 8 de dezembro de 2024

Das saudades - e esta publicação é nova - hoje é dia 08/12/2024

 O "Verso em Branco" por cá estava. Abandonado. Não sei porquê, mas hoje fiz login na conta, algo que já não fazia há anos! Estava longe de imaginar que tinha tantos posts sob a forma de rascunho. O tempo dá espessura às palavras. Gostei do que encontrei. Gostei de recordar. Senti saudades.

(saudades também dos dias em que, apesar de muito preenchidos, cabiam estas palavras escritas a que me dedicava com regularidade. eu sou a mesma, a vontade de escrever só cresceu. estou a escrever isto com um sorriso! foi mesmo bom, neste domingo de frio, dia feriado, ter feito este login!)

Sem título - publicando rascunhos

Sem título (26/04/2014)