quinta-feira, 8 de junho de 2017

Antes e depois "de cruz"

A riqueza da vida reside na imprevisibilidade dos dias: nas surpresas e emoções que nos reservam os passos que damos, as pessoas com quem nos cruzamos, as atitudes que escolhemos assumir.. etc., etc. E reside também em momentos únicos, como este.

Ontem divagávamos sobre o quão desafiante foi (está a ser) este 2.º ano, pelo tanto conhecimento novo recebido em catadupa, e no meio das constatações lá sai: "pois, nós até já aprendemos os números até 1999... [pausa longa] depois de cruz!"

[depois de cruz? este rapaz está a falar de quê?!?]

Não tive alternativa: estava completamente dessintonizada com o assunto e tive de questionar "João, depois de cruz? o que é isso? nunca ouvi falar...". Resposta hesitante.. "ai, como é que se diz?!?! depois de cruz... antes de cruz....".

(risota total. desmedida. de ambos. e lá divagamos um bocadinho sobre o AC e o DC, mas desta vez sobre o conceito certo!)

quinta-feira, 30 de março de 2017

Dos inglesismos

Às vezes os inglesismos são demais e começam a baralhar-se mesmo à séria!

Anda o João à luta com a música Englishman in New York - tocada à guitarra e para ser cantada em grupo - quando me confessa: "ó mãe, eu só faço o oh, oh e depois faço RAP!". Naturalmente que enruguei a testa e questionei "fazes RAP, João? e como é que fazes isso?!". "olha, faço assim...." E é aqui que ele começa a movimentar os lábios num verdadeiro PLAY-BACK!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Dos dectores de tudo

A propósito dos petardos que ontem rebentaram no relvado do estádio Algarve, o João lançou a sua teoria (após concluir que eles nunca deveriam ter entrado no estádio porque são proibidos!): "o que devia haver era uns deteCtores (assim mesmo: detequetores) de tudo"!

(tudo muito certo se o João não tivesse aprendido as artes das letras pós AO, agora assim... fiquei baralhada!)

sábado, 21 de janeiro de 2017

Dos dias em que o mundo gira ao contrário

Habituamo-nos a acreditar numa cadência certa para os nossos dias. Fazemos planos de longo prazo. Adiamos os dias. Esperamos por amanhã. Esperamos que "amanhã" seja depois das vinte e quatro horas de hoje. Esperamos que a próxima semana seja daqui a sete dias. O que nunca esperamos é que o mundo gire ao contrário.

(o mundo nunca devia girar ao contrário!)