quinta-feira, 13 de agosto de 2026

As mordaças de uma aldeia

Escondo-me no blogger, mas preciso de escrever sobre ideias fortes que se começam a emaranhar e já estão perto de um nó cego. Vai sem ordem e com pouco nexo, mas tem de ir.

Complicações voluntárias. Os extras que se acoplam a tudo o que é burocracias e formalismos. As pedras todas que se teima em juntar nos sapatos que calçam pés doridos. A velhice. As dores. Os caminhos tortuosos e tortos. Perdas. O culto do sofrimento. As mordaças de uma aldeia. As cores baças e os horizontes curtos. Todo o pó de tempos idos e que ainda não se conseguiu sacudir. Os horizontes curtos. As rédeas curtas. O fácil nó cego.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Dos gestos de amor, da nossa história e do que fica

 Há gestos de amor que insuspeitamente ficarão na nossa história. Para sempre. A dar forma ao que não soubemos sentir.

Do que sentimos, quando sentimos vinil

 Quando o disco gira, deixamos ir junto muita emoção e muita inspiração. Ao sabor do som.

Dos diálogos

diálogo requer tempo, espaço e silêncio. Para que neles caibam todas as sílabas que temos cá dentro.

Da liberdade (i)

 Quero poder deixar chávenas esquecidas pela casa e podre perder colheres em paz.