Escondo-me no blogger, mas preciso de escrever sobre ideias fortes que se começam a emaranhar e já estão perto de um nó cego. Vai sem ordem e com pouco nexo, mas tem de ir.
Complicações voluntárias. Os extras que se acoplam a tudo o que é burocracias e formalismos. As pedras todas que se teima em juntar nos sapatos que calçam pés doridos. A velhice. As dores. Os caminhos tortuosos e tortos. Perdas. O culto do sofrimento. As mordaças de uma aldeia. As cores baças e os horizontes curtos. Todo o pó de tempos idos e que ainda não se conseguiu sacudir. Os horizontes curtos. As rédeas curtas. O fácil nó cego.
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